Mais vale tarde que nunca, diz o ditado.
Vem esta a propósito de um pedido de desculpas que é devido (espero que com juros comedidos) aos Exmºs amigos que tiveram a paciência de continuar a recomendar-me.
Eu, pela minha parte, por lá tenho passado a visitar, ainda que geralmente entrando mudo e saindo calado.
Não há-de ser nada...
E promessas tímidas de maior assiduidade, aqui.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
Caminhada Arribas do Tejo (IV)
No final da íngreme descida do Pintalgaio
Caminho plano para recuperar forças
Confraternização com uns pescadores
Um descanso para os olhos
segunda-feira, 28 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Caminhada Arribas do Tejo (II)
Logo à saída de Belver, olha-se para trás e...
Lagar de azeite em ruínas (Lagar da Fraga)
Junto aos moinhos, cruzamo-nos com este "Adamastor"
O castelo lá ao fundo
Cascatas num dos açudes
Ruínas do "Lagar Caiado":
Caminhada Arribas do Tejo (I)
A chegada dos participantes
A rua principal, antes da partida
Um briefing antes da partida...
Percurso bem sinalizado, boa disposição...
Há que esperar um pouco, antes de atravessar a ribeira.
Impossível não parar para dar uns clicks nas cascatas...
Este troço da ribeira tinha vários moinhos e lagares, com os respectivos açudes e levadas
Subindo o rochedo, antes da ponte "à Indiana Jones"...
A famosa ponte.
Para atravessar, é conveniente não olhar para baixo.
Não é muito alta, mas oscila...
Chegando à Torre Fundeira:
Atravessando pequenas hortas e vinhas, na Zona da Torre Fundeira:
terça-feira, 8 de março de 2011
Estação arqueológica de Vale de Junco
O local está assinalado em mapas como Estação Arqueológica de Vale de Junco (Ortiga, Mação).
Está situado junto ao Tejo, entre a povoação de Ortiga e a estação de caminho-de-ferro de Alvega-Ortiga.
A povoação que se vê ao fundo, na foto, é Casa Branca, na freguesia de Alvega.
Aritium Vetus, povoação celta ou cidade romana, esteve algures por aqui.
Lá em cima, no outro vale à esquerda (que não aparece na foto), são visíveis os vestígios de uma represa ou barragem romana (Monte da Represa, Gavião).
sábado, 2 de outubro de 2010
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Viver à beira da estrada
A foto não foi preparada, mas serve para ilustrar os efeitos do tempo e do abandono sobre os vestígios de uma época não muito distante, provavelmente a caminho de se perderem para sempre.
Quem mandou fazer esta fachada teve gosto e cuidado. Mas os materiais não são perenes. E os elementos da Natureza não perdoam.
sábado, 4 de setembro de 2010
Geologia para curiosos
Na imagem é possível observar como os estratos quartzíticos, muitíssimo mais duros do que as camadas xistosas contíguas, deslizaram sobre estas, sob a pressão dos movimentos tectónicos, e as retorceram e esmagaram, encurvando-se também durante o processo. Os xistos, muito friáveis, ficaram reduzidos a "migalhas".
A zona triangular, em baixo à esquerda, é um pequeno talude constituído pelos pedaços que, desagregados, vão caindo do corte efectuado para a construção da estrada.
Junto à camada quartzítica, impermeável e resistente, os xistos apresentam um aspecto queimado, como carvão. De facto, cheiram a enxofre, e são visíveis pequenos depósitos de cor amarela, característicos dos locais com actividade vulcânica com emanações sulfurosas.
Nota:
O título deste artigo também poderia ser "Geologia por curiosos". As interpretações aqui feitas não se baseiam em verificações científicas, pelo que devem ser apreciadas com a devida reserva.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O nome da barragem
Esta é uma foto da albufeira da Barragem de Belver, obtida no próprio paredão que também serve de ponte, numa tarde sem vento, fazendo da lisura das águas um espelho para a paisagem.
A data oficial da conclusão da barragem é o ano de 1952, tendo ficado com a designação de Barragem de Belver, possivelmente devido ao facto de a maior parte da albufeira criada coincidir com o limite sul desta freguesia, e também por ser esta uma das localidades mais próximas.
De há uns anos a esta parte, tem-se verificado que a Câmara de Mação, em cujo território (freguesia de Ortiga) se encontra a quase totalidade das instalações da Barragem, passou a utilizar sistematicamente a designação de "Barragem de Ortiga", no que é acompanhada por algumas instituições ligadas ao turismo na zona, nomeadamente a Região de Turismo dos Templários.
A utilização de uma designação nova e, pode-se dizer, não oficial, omitindo sistematicamente aquela que já existia e está consagrada, pode parecer estranha, e é susceptível de diversas interpretações.
A mim, parece-me que se trata de um assomo de brios bairristas, reivindicando para si um nome (ou renome) que talvez sintam ter-lhes fugido. E estarão tentando consagrar, pelo uso repetido, a designação que mais lhes convém.
E porque os brios bairristas atingem a todos (mesmo aos que, por esta razão ou por aquela conveniência, se coíbem de os manifestar), aqui fica também o meu desabafo.
Ao longo do tempo, sucessivas reorganizações administrativas fizeram com que a hierarquia relativa das diversas povoações sofresse mudanças radicais. Na última dessa reorganizações, a freguesia de Belver deixou de pertencer ao concelho de Mação, do qual fizera parte durante cerca de 60 anos.
Em tempos mais recuados, a própria vila de Belver foi sede de concelho, entre 1518 e 1836, ficando, a partir desta data, integrada no concelho de Mação. Transitou em 1898 para o então restaurado concelho de Gavião.
O que é que isto tem a ver com aquilo? Responderão os mais puristas que, em rigor, nada.
Mas nem tudo nesta vida é rigoroso e exacto, e muito menos quando as opiniões são divergentes...
http://cnpgb.inag.pt/gr_barragens/gbportugal/Belver.htm
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