sexta-feira, 24 de abril de 2009
A propósito da homenagem a uma múmia
terça-feira, 10 de março de 2009
Um paraíso à beira-rio
As imagens referem-se à Praia Fluvial do Alamal (Gavião), situada no rio Tejo, albufeira da Barragem de Belver, logo abaixo da referida vila, na margem oposta.
Existem também fotos da vila de Belver, e do seu castelo, tomadas de cima da ponte sobre o Tejo, ou das suas imediações.
O acesso à Praia Fluvial faz-se a partir da A-23 (saída de Domingos da Vinha) em direcção a Gavião, passando dentro da vila de Belver. Encontra-se devidamente sinalizado logo à saída da Ponte.
A partir de Gavião, pela EN118, encontra-se também devidamente sinalizado junto a esta vila.
Comentários:
rsss:)))
domingo, 1 de março de 2009
Da influência do subsídio de desemprego no atraso das refeições (uma forma de ver o problema)
Imagem daqui : http://tinyurl.com/cnms3a
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Esta semana estive, em trabalho, numa cidade costeira cujo nome me abstenho de mencionar, para que não sirva de pretexto a quaisquer evocações.
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Enquanto esperava a minha vez, chegou a hora de almoço. Fiz, então, aquilo que é habitual fazer-se nessa altura.
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O restaurante está situado à beira da estrada, mesmo ao entrar na zona industrial. Já é meio caminho andado para ter alguns clientes.
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E foi isso mesmo que aconteceu. A sala de refeições não estava cheia, mas é bastante grande e estava bem composta. Estavam muitos clientes sentados em mesas ainda por levantar, com a loiça do comensal anterior à sua frente.
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Sentei-me, e aguardei a minha vez de ser atendido. Demorou. Demorou mesmo muito. Notei que o pessoal estava reduzido. Faltava pelo menos uma empregada, talvez duas. Serviam à mesa apenas o dono da casa e um empregado. Era visível que custavam a dar conta do recado.
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O atraso foi de tal ordem que, quando finalmente me atenderam, escolhi, não o prato que mais me agradava, mas aquele que me pareceu mais rápido de servir, algo de “tirar do tacho”, no caso uma dobrada.
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E foi nessa altura que o dono da casa, talvez por se ter dado conta das minhas caretas de impaciência, me explicou o motivo dos problemas.
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Que não se conseguia contratar pessoal, dizia ele. Uma das empregadas despedira-se. O homem pagava-lhe algo como 500 euros por mês. Como o valor mínimo do subsídio de desemprego não anda muito longe disso, a senhora disse que, assim, preferia ficar em casa.
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A situação que eu acabei de relatar não tem nada de novo. Quem não ouviu já falar dela?
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Mas configura-se aqui a presença de um grande número de problemas, uns mais relevantes que outros. E não conseguiremos estar de acordo quanto a isso. Como sempre, e como dizem os espanhóis, “según se mire…”
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Cada um tira as suas conclusões. E nem sequer me atrevo a dizer se o salário era baixo, se o subsídio não-sei-quê, se a vontade de trabalhar não-sei-quantos, se a crise, se o Governo…
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Pilarete
Eis a imagem original:
Para fazer justiça ao dono da propriedade:
(Cerealpor, Alegrete, Portalegre)
Na zona de Portalegre, existem muitos portões de propriedades com pilaretes semelhentes a este.
Nos últimos anos, tem havido, no concelho de Portalegre, uma grande preocupação com a traça das construções, tendendo sempre para uma aproximação a um estilo tradicional da região. Talvez isso tenha conduzido a alguma monotonia, mas, por outro lado, evita a proliferação de desenhos estapafúrdios que, ainda não há muitos anos, eram a nota dominante em tudo quanto era aldeia, vila ou cidade.
(As "maisons" até ficam optimamente em França!)
Cores públicas, privadas cinzas
Roubo continuado, durante a tarde
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
J.
domingo, 18 de maio de 2008
duas semanas atribuladas
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Amargura (Homenagem à amizade)
quarta-feira, 25 de abril de 2007
Água sobre a fogueira
Tal como escreveu António Aleixo – que não tinha ‘vistas largas’ ,
Comentários
# re: água sobre a fogueira
camionista, 25 abraços !
Voltarei ainda outra vez.
Cumprimentos
alvaro palma
# re: água sobre a fogueira
Se as fogueiras tivessem ardido sem rumo corriamos o risco de hoje só termos mesmo cinzas e nada de jarras com flores.
Beijos
Kiki
# re: água sobre a fogueira
Moderar a intensidade do fogo, sim.
Apagá-lo, não.
# re: água sobre a fogueira
Li o seu texto. Não é uma questão de desacordo. Mas a água apaga a fogueira.
Sabe, hoje, não vejo outra coisa, do que 25 de abril, é claro importante. Porém, tantos cravos vermelhos, que é flor que não gosto. Já as cravinetas com o seu cheiro me é mais airoso.
Sabe, eu gostei imenso de ler, reler, e sempre que possível volto a ler: "Felizmente, há luar!"
Talvez, não tenha sido muito coerente na minha afirmação, mas hoje, por aqui só se vê repetição de posts em nomes diferentes.
Por isso, que fique aqui, o que estou a ouvir:
[vídeo entretanto bloqueado]
# re: água sobre a fogueira
# re: água sobre a fogueira
Mas o fogo não foi apagado....
Felizmente foi mudado o rumo que lhe quiseram impor!!!
Beijos
Kiki
# re: água sobre a fogueira
# re: água sobre a fogueira
Realmente um post lindo...
Teoria todos temos! A prática é bem mais dificil...
Mas é necessário acreditar que vamos para um lugar melheer, que lutamos por uma sociedade mais justa e igual...
Voltei á utopia!
# re: água sobre a fogueira
camionista
Há muito que não sabia de ti, tens esquecido esta avó que gosta do seu neto? agora venho comentar o teu post, adorei, caramba escreves mesmo bem, eu estou contigo a fogueira não se apagou, nem se apagará, haverá sempre gente que não deixará apagar. Beijinhos da avó que tem saudades do amigo milu
# re: água sobre a fogueira
Bonito texto sobre a revolução dos cravos, com a metáfora da fogueira. Já escrevia muito bem, há mais de 20 anos.
Bjs
Ana T.
Sempre foi assim e será assim durante mais 100 anos. Nunca estamos bem com o que temos. Achamos sempre que o que era bom já lá vai...
Abraços
Tempestade
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Tempestade, obrigado pela visita e um abraço
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Se querem estimular a economia, dêem dinheiro aos consumidores (que a ele tenham direito, obviamente) em vez de ajudar os banqueiros ladrões e seus altos funcionários com contratos blindados.
Então, a malta desata a comprar e os negócios vão para frente. Mas se calhar não é assim. Dinheiro na nossa mão provoca inflacção.
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Mas celebrar o ditador no próprio dia consagrado à comemoração da deposição do regime que ele encabeçou, é uma provocação, uma ideia que só pode ter saído da cabeça de porcos fascistas (para não me servir de mais expressões) que têm todo o direito de o ser.
Afinal, esse dia serviu, pelo menos, para permitir a liberdade de expressão. Dá-lhes, a eles, aquilo que sempre negaram aos outros.
Porcos fascistas!
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O que me parece de grande "sujidade" mental é a ideia de se fazerem essas coisas no próprio dia em que se comemora a revolução que depôs o ignominioso regime que o fulano encabeçou durante 40 negros anos.
Têm todo o direito de o fazer. A liberdade de expressão, afinal, é uma das conquistas de Abril que ainda permanece, e suponho que muito contestada por aqueles que agora dela se servem.
Mas trata-se de uma provocação e como tal tem que ser entendida.
"Porcos fascistas" está bem dito.
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