sábado, 27 de junho de 2009
Memória volátil
terça-feira, 16 de junho de 2009
Antonio Muñoz Molina
Comentários:
Cumprimentos
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Vocação histórica
Nota:
Todo o texto inserido na imagem acima é fictício.
Esta revista não existe.
O que é real e merece a pena é o local retratado,
onde a cadela passou excelentes momentos
(e eu também).
Praia Fluvial de Alamal,
Belver, Gavião
Comentários:
aldeiashistoricasdeportugal disse a Wed, 27 May 2009 15:59:01 GMT:
Olá Impalex!.
Descobri o blogue por acaso. É de louvar a iniciativa em dar a conhecer a cultura e a realidade do Portugal Profundo. Eu também procuro fazer algo semelhante com o blogue das Aldeias Históricas de Portugal.
Mas como Portugal não se resume apenas à beleza existente nestas aldeias, estou a dinamizar uma blogagem colectiva sobre "A aldeia da minha vida" para os dias 9 e 10 de Junho, a propósito das comemorações do dia de Portugal.
Haverá um prémio para a melhor postagem.
Venho por este meio convidá-lo a participar para dar a conhecer a sua aldeia ou localidade que acha merecer divulgação e visibilidade.
Para participar basta seguir os passos presentes no blogue: aldeiadaminhavida
Conto com a sua participação!
Um abraço, Susana
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aldeiashistoricasdeportugal disse a Wed, 27 May 2009 16:00:40 GMT:
Estou muito curiosa por saber mais sobre esta revista e como adquiri-la.
Abraço Susana
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Luiz disse a Mon, 01 Jun 2009 10:58:24 GMT:
Olá Susana:
"Aldeias Históricas de Portugal"
Como sou leitor assíduo da Drª Júlia Galego, creio que foi num dos seus blogs que já tinha encontrado "as aldeias". Garanto-lhe que vou dar toda a atenção à sua proposta e convite.
Entretanto, aproveito para lhe sugerir uma visita a um blog que talvez não desconheça:
http://fotosdoc4.blogspot.com/
No filme aí referido, participou o autor de uma miniatura de moinho de água, Artur Gueifão, a cujo site tomo aliberdade de também sugerir visita:
http://www.arturgueifao.com/
Cumprimentos
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Luiz disse a Mon, 01 Jun 2009 11:11:10 GMT:
Olá Susana,
O seu segundo comentário (a "revista"):
Devo dar o parabéns a mim próprio sobre os resultados da imagem apresentada? Terei de me dedicar ao design gráfico? É que se trata de uma brincadeira. Mas apesar disso já várias pessoas me contactaram no mesmo sentido.
Explico: fui passear com a cadela (que nem é minha, mas da minha filha) à praia fluvial do Alamal, próxima de Belver, cujo castelo se vê na foto. Depois, em casa, surgiu a ideia para a brincadeira.
Mas, como não quero que vá "de mãos a abanar", o que de imediato lhe posso oferecer é mais uma sugestão: Faça uma visita aos locais referidos acima. Passe aí um dia, por que não um fim-de-semana? Garanto-lhe que não dará por perdido o seu tempo.
Neste álbum, imagens da zona (irei colocando mais):
http://picasaweb.google.pt/lmpalex
Cumprimentos
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Júlia disse a Sun, 07 Jun 2009 17:52:05 GMT:
Então voltou a este blogue e não disse nada?
Vou adicioná-lo na lista de amigos
Cumprimentos
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Luiz disse a Sun, 07 Jun 2009 20:47:52 GMT:
Olá Júlia:
Este blogue esteve um pouco abandonado, lá isso é verdade...
Mas tenho um carinho especial por ele, quanto mais não seja por ter sido o primeiro.
Está adicionada à minha lista de amigos. Como sou um bocado "despassarado" (desculpe o palavrão), ainda não tinha reparado nessa funcionalidade.
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sábado, 2 de maio de 2009
Os Aston Martin e a crise
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A propósito da homenagem a uma múmia
Comentários:
terça-feira, 10 de março de 2009
Um paraíso à beira-rio
As imagens referem-se à Praia Fluvial do Alamal (Gavião), situada no rio Tejo, albufeira da Barragem de Belver, logo abaixo da referida vila, na margem oposta.
Existem também fotos da vila de Belver, e do seu castelo, tomadas de cima da ponte sobre o Tejo, ou das suas imediações.
O acesso à Praia Fluvial faz-se a partir da A-23 (saída de Domingos da Vinha) em direcção a Gavião, passando dentro da vila de Belver. Encontra-se devidamente sinalizado logo à saída da Ponte.
A partir de Gavião, pela EN118, encontra-se também devidamente sinalizado junto a esta vila.
Comentários:
rsss:)))
domingo, 1 de março de 2009
Da influência do subsídio de desemprego no atraso das refeições (uma forma de ver o problema)
Imagem daqui : http://tinyurl.com/cnms3a
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Esta semana estive, em trabalho, numa cidade costeira cujo nome me abstenho de mencionar, para que não sirva de pretexto a quaisquer evocações.
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Enquanto esperava a minha vez, chegou a hora de almoço. Fiz, então, aquilo que é habitual fazer-se nessa altura.
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O restaurante está situado à beira da estrada, mesmo ao entrar na zona industrial. Já é meio caminho andado para ter alguns clientes.
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E foi isso mesmo que aconteceu. A sala de refeições não estava cheia, mas é bastante grande e estava bem composta. Estavam muitos clientes sentados em mesas ainda por levantar, com a loiça do comensal anterior à sua frente.
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Sentei-me, e aguardei a minha vez de ser atendido. Demorou. Demorou mesmo muito. Notei que o pessoal estava reduzido. Faltava pelo menos uma empregada, talvez duas. Serviam à mesa apenas o dono da casa e um empregado. Era visível que custavam a dar conta do recado.
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O atraso foi de tal ordem que, quando finalmente me atenderam, escolhi, não o prato que mais me agradava, mas aquele que me pareceu mais rápido de servir, algo de “tirar do tacho”, no caso uma dobrada.
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E foi nessa altura que o dono da casa, talvez por se ter dado conta das minhas caretas de impaciência, me explicou o motivo dos problemas.
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Que não se conseguia contratar pessoal, dizia ele. Uma das empregadas despedira-se. O homem pagava-lhe algo como 500 euros por mês. Como o valor mínimo do subsídio de desemprego não anda muito longe disso, a senhora disse que, assim, preferia ficar em casa.
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A situação que eu acabei de relatar não tem nada de novo. Quem não ouviu já falar dela?
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Mas configura-se aqui a presença de um grande número de problemas, uns mais relevantes que outros. E não conseguiremos estar de acordo quanto a isso. Como sempre, e como dizem os espanhóis, “según se mire…”
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Cada um tira as suas conclusões. E nem sequer me atrevo a dizer se o salário era baixo, se o subsídio não-sei-quê, se a vontade de trabalhar não-sei-quantos, se a crise, se o Governo…
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Pilarete
Eis a imagem original:
Para fazer justiça ao dono da propriedade:
(Cerealpor, Alegrete, Portalegre)
Na zona de Portalegre, existem muitos portões de propriedades com pilaretes semelhentes a este.
Nos últimos anos, tem havido, no concelho de Portalegre, uma grande preocupação com a traça das construções, tendendo sempre para uma aproximação a um estilo tradicional da região. Talvez isso tenha conduzido a alguma monotonia, mas, por outro lado, evita a proliferação de desenhos estapafúrdios que, ainda não há muitos anos, eram a nota dominante em tudo quanto era aldeia, vila ou cidade.
(As "maisons" até ficam optimamente em França!)
Sempre foi assim e será assim durante mais 100 anos. Nunca estamos bem com o que temos. Achamos sempre que o que era bom já lá vai...
Abraços
Tempestade
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Tempestade, obrigado pela visita e um abraço
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Se querem estimular a economia, dêem dinheiro aos consumidores (que a ele tenham direito, obviamente) em vez de ajudar os banqueiros ladrões e seus altos funcionários com contratos blindados.
Então, a malta desata a comprar e os negócios vão para frente. Mas se calhar não é assim. Dinheiro na nossa mão provoca inflacção.
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Mas celebrar o ditador no próprio dia consagrado à comemoração da deposição do regime que ele encabeçou, é uma provocação, uma ideia que só pode ter saído da cabeça de porcos fascistas (para não me servir de mais expressões) que têm todo o direito de o ser.
Afinal, esse dia serviu, pelo menos, para permitir a liberdade de expressão. Dá-lhes, a eles, aquilo que sempre negaram aos outros.
Porcos fascistas!
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O que me parece de grande "sujidade" mental é a ideia de se fazerem essas coisas no próprio dia em que se comemora a revolução que depôs o ignominioso regime que o fulano encabeçou durante 40 negros anos.
Têm todo o direito de o fazer. A liberdade de expressão, afinal, é uma das conquistas de Abril que ainda permanece, e suponho que muito contestada por aqueles que agora dela se servem.
Mas trata-se de uma provocação e como tal tem que ser entendida.
"Porcos fascistas" está bem dito.
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